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Os impactos das doenças respiratórias na suinocultura

A Pleuropneumonia Suína e a Pneumonia Enzoótica Suína impactam o bem-estar dos animais e a produtividade no campo

Nos últimos anos, a produção mundial de proteína suína tem apresentado crescimento exponencial, acompanhando as necessidades e o interesse dos consumidores ao redor do globo. Nos nove primeiros meses de 2020 a exportação brasileira de proteína suína totalizou 754,9 mil toneladas, superando com folga de 42% o número total de exportações do mesmo produto durante todo o ano de 2019.

Os impactos das doenças respiratórias na suinocultura

 

Tamanho crescimento trouxe consigo a intensificação da criação de suínos em ambientes fechados, o que potencializa a ocorrência de doenças infectocontagiosas, como é o caso das doenças respiratórias.

 

Estas doenças, consideradas multifatoriais, comprometem os animais de maneira geral, impactam o bem-estar e interferem negativamente no índice produtivo da granja, seja pela demora no ganho de peso dos lotes, pelo alto índice de mortalidade ou pela condenação das carcaças no abate.

Dentre as afecções respiratórias dos suínos que mais causam prejuízos ao produtor, podemos destacar duas delas com importância mundial:

 

  • a Pleuropneumonia Suína (PPS) e
  • a Pneumonia Enzoótica Suína (PES)

 


 

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