AUTOR(ES)

Especialista em suinocultura

Ariovaldo Zani

CEO do Sindirações (Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal) e presidente do CBNA (Colégio Nacional de Nutrição Animal)

O mercado de grãos em 2021

O maior desafio para o suinocultor em 2021 foi, sem dúvida, o custo de produção. A quebra histórica da safra de milho, agravada por um mercado altamente especulativo, manteve o principal insumo da cadeia suinícola em alta ao longo do ano, atingindo o maior preço nominal da história em maio/21, quando o valor da saca de 60kg ultrapassou os 100 reais em várias praças. Após a colheita da segunda safra houve um recuo nos valores do grão, mas ainda em patamares que não permitiram margens positivas diante do baixo preço do suíno vivo.

 

 

A SuínoBrasil conversou com o CEO do Sindirações (Sindicato Nacional da indústria de Alimentação Animal) e presidente do CBNA (Colégio Brasileiro de Nutrição Animal), Ariovaldo Zani, sobre as principais estratégias disponíveis no mercado para atenuar a alta dos custos com grãos.

Este ano, devido à possível escassez de ingredientes para alimentação, principalmente, de aves e suínos, o Comitê Executivo de Gestão/GECEX da Câmara de Comércio Exterior/CAMEX zerou até o final de 2021, as tarifas de importação do milho e da soja, farelo e óleo, oriundos de fora do Mercosul.

Além disso, foi autorizada a importação de milho geneticamente modificado dos Estados Unidos para aliviar o setor. Você acredita que este cenário perdurará até o próximo ano, ou há perspectivas de ajuste entre produção e demanda de grãos para o ano de 2022?





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