08 set 2020

Exportações seguem aquecidas e preços, em alta.



AUTOR(ES)

Especialista em suinocultura

Cândida Azevedo

Zootecnista, MsC Zootecnia, Doutoranda em Ciência Animal e Pastagens e Editora Grupo de Comunicação AgriNews

Embora as exportações brasileiras de carne suína tenham caído um pouco de julho em comparação ao mês de  agosto, o ritmo das exportações continuou acelerado no mês passado. As vendas para o mercado internacional têm sido um dos principais responsáveis ​​pelos aumentos de preços no mercado interno, tanto de suínos vivos quanto da carne suína, uma vez que os frigoríficos vêm adquirindo animais para abate e elevando os preços solicitados pela carcaça e cortes suínos para garantir margens positivas.

A contínua demanda chinesa por carnes, principalmente bovina e suína, é um dos principais motivos do acelerado ritmo das exportações.

 

De acordo com relatório da Secex, o Brasil exportou 87,7 mil toneladas de carne suína in natura em agosto, ligeira queda de 2,8% em relação a julho, mas impressionante aumento de 87,5% em relação ao volume embarcado em agosto de 2019. Segundo colaboradores do Cepea , a contínua demanda chinesa por carnes, principalmente bovina e suína, é um dos principais motivos do acelerado ritmo das exportações.

Além disso, a receita com embarques foi favorecida pela valorização do dólar e pelos altos preços pagos pelo mercado internacional pela carne suína brasileira. Em agosto, o setor exportador recebeu R $ 1,07 bilhão, 5,9% superior ao de julho e mais que o dobro do recebido em agosto / 19.

No mercado doméstico, os preços do suíno vivo seguiram em alta nos últimos dias na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Mesmo com relatos de que a procura por carne suína tenha se arrefecido no período, a oferta ajustada de animais e a demanda externa firme continuam aquecendo as vendas.

Fonte: CEPEA/ESALQ.

 




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