AUTOR(ES)

Especialista em suinocultura

Ana Fraiha

Médica Veterinária (UFMG); Mestre em Ciência Animal (UFMG); Doutoranda em Ciência animal na Escola de Veterinária da UFMG - Área: Medicina Veterinária Preventiva com ênfase em doenças virais dos suínos e vacinologia.

A ocorrência de diferentes subtipos ou linhagens do vírus da influenza suína varia geograficamente e ao longo do tempo.

A carne suína é a proteína animal mais consumida no mundo, sendo o Brasil o quarto maior produtor e exportador, ficando atrás apenas da China, União Europeia e Estados Unidos. Os sistemas de criação de suínos vêm evoluindo de forma permanente e levaram à adoção de métodos de criação em confinamento, com o aumento da densidade de animais nas instalações e maior concentração de granjas em determinadas áreas geográficas.

 

Embora essas mudanças tenham contribuído para aumentar os índices de produtividade e econômicos do setor, houve um aumento do risco do surgimento de doenças infecciosas na suinocultura, em especial as doenças respiratórias, que levam a perdas econômicas significativas que recaem tanto sobre os produtores rurais quanto sobre a indústria.

Entre as doenças respiratórias que afetam os suínos, destaca-se a gripe suína causada pelo vírus da influenza A suína (SIAV).

 

CARACTERÍSTICAS DA INFLUENZA SUÍNA 

Embora a doença caracterize-se por uma baixa taxa de mortalidade (inferior a 1%), tem alta morbidade (podendo acometer até 100% do rebanho) o que gera perdas econômicas significativas devido à redução do ganho de peso, custos com medicamentos para controlar a doença clínica, bem como abortos esporádicos associado a hipertermia em porcas afetadas. Os sintomas clínicos mais comuns da doença aguda são:




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