21 out 2020

236 novos surtos de PSA foram notificados no mundo



AUTOR(ES)

Especialista em suinocultura

Cândida Azevedo

Zootecnista, MsC Zootecnia, Doutoranda em Ciência Animal e Pastagens e Editora Grupo de Comunicação AgriNews

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) informou que 236 novos surtos de peste suína africana foram notificados no mundo entre os dias 2 e 15 de outubro, ante 313 casos verificados no levantamento anterior. O número total de surtos em andamento subiu de 7.429 para 7.522, sendo 3.976 somente na Romênia e 1.475 no Vietnã. Dos novos surtos, 193 foram notificados na Europa, 42 na Ásia e 1 na África. Os dados constam de levantamento quinzenal divulgado pela OIE.

De acordo com a OIE, surtos novos ou em andamento foram registrados em 22 países:

  • Europa: Alemanha, Bulgária, Letônia, Moldávia, Polônia, Romênia, Rússia, Sérvia e Ucrânia ainda apresentam a incidência da doença.
  • Ásia: Na Ásia, China, Índia, Indonésia, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Papua Nova Guiné, Filipinas, Rússia, Timor Leste e Vietnã tem casos em andamento.
  • África: Namíbia, Nigéria, África do Sul e Zâmbia reportam a presença do vírus.

Surto na Ucrânia 

Um surto de peste suína africana foi notificado na Ucrânia nesta terça-feira (20) de outubro. As Informações foram reportadas pela Dra. Olga Shevchenko, Chefe Adjunta do Serviço Estatal de Segurança Alimentar e Proteção do Consumidor da Ucrânia, Ministério de Política Agrária e Alimentação da Ucrânia, Kiev, Ucrânia.

O diagnóstico foi comprovado a partir de testes laboratoriais básicos, clínicos (parasitologia, bacteriologia, micologia, histopatologia).Um total de 81 animais, de uma zona definida no país,  foram afetados, sendo que 2 animais foram encontrados mortos e dois foram eliminados. A OIE considerou uma taxa de letalidade aparente de 100%.

A notificação foi realizada devido à recorrência da doença na lista da OIE. Com a notificação do surto, a OIE mantém a implementação das seguintes medidas:

  • Restrição do transporte dentro do país;
  • Vigilância dentro da zona de contenção ou zona de proteção;
  • Rastreabilidade;
  • Quarentena;
  • Destinação oficial de carcaças, subprodutos e resíduos de origem animal;
  • Abate sanitário;
  • Zoneamento;
  • Desinfecção;
  • Vacinação autorizada (se houver vacina). 

Fonte: Estadão Conteúdo e OIE.




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